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Pesquisadores descobrem rochas de plåstico no arquipélago quase inabitado mais distante do litoral brasileiro
G1 | 9 de fevereiro de 2023
Rochas estĂŁo sendo formadas com resĂduos de redes de pesca na Ilha da Trindade, que fica a 1.140 quilĂŽmetros de VitĂłria, no EspĂrito Santo.
Cientistas e pesquisadores identificaram rochas que estĂŁo sendo formadas por plĂĄstico na Ilha da Trindade, um paraĂso quase inabitado que fica a 1.140 quilĂŽmetros de VitĂłria, no EspĂrito Santo. Esta Ă© a ilha brasileira mais distante do continente.
O acesso à ilha é controlado e restringido pela Marinha, o que mostra que a ação do homem começou a influenciar processos que antes eram considerados essencialmente naturais, como a formação de rochas.
Os impactos para o meio ambiente podem ser graves, ameaçando, por exemplo, espécies de tartarugas e aves que se alimentam no local, e também espalhando o material para outras regiÔes.
No estudo, que é inédito no Brasil, os cientistas buscam entender a relação entre o homem e o meio em que vive, como as açÔes humanas transformam o meio ambiente e o impacto disso para as próximas geraçÔes.
Reportagem na Ăntegra:
https://g1.globo.com/es/espirito-santo/noticia/2023/02/09/pesquisadores-descobrem-rochas-de-plastico-no-arquipelago-quase-inabitado-mais-distante-do-litoral-brasileiro.ghtml
Cidades do paĂs tĂȘm fome escancarada nas ruas e oculta nas periferias
Folha | 20 de dezembro de 2023
DoaçÔes de alimentos sĂŁo cruciais para famĂlias vulnerĂĄveis apĂłs anos de inflação de alimentos e desmonte de programas sociais
Com este tĂtulo, reportagem da Folha de S. Paulo destaca a fome nos centros urbanos, presente ânos semĂĄforos e nas esquinas, debaixo de marquises e viadutos, expressa em cartazes e nos pedidos insistentes de um trocado para comprar comidaâ. Em entrevista, Luciana QuintĂŁo, fundadora e presidente da ONG Banco de Alimentos e do Projeto InteligĂȘncia Social, afirma: âEm Ășltima anĂĄlise, o que causa a fome Ă© a falta de recurso financeiro para comprar alimento. Por isso, eu sempre digo que o que vai matar a fome Ă© desenvolvimento econĂŽmico, educação, saĂșde para a pessoa se empregar e se tornar um cidadĂŁo autĂŽnomo.â
A mesma reportagem destaca o segundo episĂłdio do documentĂĄrio âFome De QuĂȘ?â, produzido pela TV Folha, que tambĂ©m tem a participação de Luciana e apresenta em detalhes o trabalho da ONG Banco de Alimentos, com cenas que retratam desde a Colheita Urbana dos alimentos atĂ© a entrega e o consumo de quem precisa e vive na pele a insegurança alimentar.
Leia a reportagem na Ăntegra e assista ao documentĂĄrio em: https://www1.folha.uol.com.br/folha-social-mais/2023/12/cidades-do-pais-tem-fome-escancarada-nas-ruas-e-oculta-nas-periferias.shtml
Livros e filmes para inspirar a gestĂŁo escolar em 2024
Site Porvir | 18 de dezembro de 2023
Confira a seleção feita pelo Porvir para ajudar gestores na missão de administrar uma escola
Desempenhar um bom papel na gestĂŁo escolar depende de uma sĂ©rie de fatores. Desde a experiĂȘncia que se tem em sala de aula atĂ© o desempenho na administração, coordenação e acompanhamento de projetos.
Isso implica não apenas em habilidades pedagógicas, mas também em uma compreensão abrangente de elementos como relacionamentos interpessoais, tecnologia, estrutura organizacional e finanças.
Para aprimorar constantemente as prĂĄticas da equipe de gestĂŁo, hĂĄ diversas ferramentas disponĂveis. Manter-se atualizado e aprimorar as habilidades pode ser alcançado por meio do contato com materiais audiovisuais e leituras que oferecem abordagens inovadoras para a gestĂŁo escolar. Essa abordagem ajuda a ampliar o repertĂłrio e descobrir novos caminhos para enfrentar os desafios intrĂnsecos Ă administração de uma escola.
O Porvir compilou abaixo uma seleção de livros, palestras e vĂdeos para inspirar a gestĂŁo escolar.
Confira a lista completa em: https://porvir.org/livros-e-filmes-para-inspirar-a-gestao-escolar-em-2024/
Pandemia reduziu oportunidades educacionais de crianças e ampliou desigualdade, diz estudo
Site Folha | 17 de dezembro de 2023
Ao levar em conta a alfabetização de crianças de 7 e 8 anos, Ăndice de oportunidades caiu em 2022, mostra o Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social
Diretora hĂĄ 20 anos de uma escola pĂșblica com alunos da prĂ©-escola ao 5Âș ano, na zona rural do Distrito Federal, a educadora Socorro Xavier Ritter, 52, nĂŁo titubeia ao ser questionada se a situação educacional voltou ao estĂĄgio prĂ©-pandemia: âNĂŁo se normalizou, nĂŁo. Ainda vejo muitos desafios pela frenteâ, diz.
A escola SonhĂ©m de Cima fica em Sobradinho, regiĂŁo administrativa, a 40km do centro de BrasĂlia. Atende 170 crianças que sĂŁo, em geral, de famĂlias em situação de vulnerabilidade. AtĂ© 2019, a diretora tinha sob controle a evolução de todos os alunos na leitura e na escrita, e a pandemia veio como uma avalanche sobre os resultados.
âA gente tem percebido visivelmente o impacto que a pandemia teve nessas criançasâ, diz Ritter. âAquelas atividades que levĂĄvamos Ă s famĂlias durante o tempo de escolas fechadas encontraram barreiras porque os pais nĂŁo tĂȘm conhecimento, nĂŁo sĂŁo professores.â
Para saber mais acesse: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/12/pandemia-reduziu-oportunidades-educacionais-de-criancas-e-ampliou-desigualdade-diz-estudo.shtml
COP28: Momento crĂtico em nossa luta coletiva contra a crise climĂĄtica
ONU | 6 de dezembro de 2023
A CĂșpula ClimĂĄtica deve responder de forma decisiva Ă s lacunas na resposta da comunidade internacional, afirma a vice-secretĂĄria-geral da ONU.
A vice-secretĂĄria-geral das NaçÔes Unidas, Amina J. Mohammed ressaltou que a prĂłxima CĂșpula ClimĂĄtica da ONU estĂĄ sendo convocada em um momento crĂtico na luta contra a crise climĂĄtica. A vice-chefe da ONU participou da reuniĂŁo preparatĂłria ministerial, ou PrĂ©-COP, realizada entre os dias 30 e 31 de outubro em Abu Dhabi, nos Emirados Ărabes Unidos.
A 28ÂȘ ConferĂȘncia das Partes da Convenção-Quadro das NaçÔes Unidas sobre Mudança ClimĂĄtica â a COP28 â deve responder de forma decisiva Ă s alarmantes descobertas da ciĂȘncia e Ă s lacunas existentes em mitigação, adaptação e perdas e danos, destacou a vice-chefe da ONU na cerimĂŽnia de abertura da PrĂ©-COP.
A COP28 finaliza a sequĂȘncia de reuniĂ”es e eventos facilitados pela ONU no decorrer do ano para permitir que os paĂses e outras partes interessadas vejam se estĂŁo â ou nĂŁo â progredindo para atingir as metas do Acordo de Paris de 2015. Esse processo multilateral de revisĂŁo do progresso dos paĂses Ă© chamado de Global Stocktake (em inglĂȘs).
Leia a reportagem na Ăntegra: https://brasil.un.org/pt-br/251922-cop28-momento-cr%C3%ADtico-em-nossa-luta-coletiva-contra-crise-climĂĄtica
ANĂLISE: Ă difĂcil enxergar a COP em meio Ă nĂ©voa dos anĂșncios voluntĂĄrios
Capital Reset | 4 de dezembro de 2023
Enxurrada de declaraçÔes de intençÔes rouba a atenção das negociaçÔes oficiais, o real propĂłsito da conferĂȘncia
DUBAI â In loco ou Ă distĂąncia, estĂĄ perdoado o observador que nĂŁo consegue enxegar atravĂ©s da nĂ©voa destes primeiros dias da COP28. Entre tantos anĂșncios e declaraçÔes de intençÔes, Ă© quase impossĂvel nĂŁo sentir-se soterrado por uma avalanche de iniciativas grandiosas e bem-intencionadas.
Mas, com exceção do fundo de perdas e danos adotado no primeiro dia do evento, todas os outros compromissos apresentados até aqui são voluntårios.
Traduzindo: empresas e paĂses estĂŁo dizendo o que querem fazer, muitas vezes daqui a algumas dĂ©cadas. Mas nĂŁo hĂĄ nenhum mecanismo de acompanhamento nem de cobrança. A maioria serĂĄ esquecida antes do fim da conferĂȘncia.
Ă compreensĂvel que as COPs sejam o local escolhido para fazer essas divulgaçÔes. As atençÔes do mundo estĂŁo voltadas para Dubai. A imprensa internacional estĂĄ aqui.
Valorização da agricultura familiar é foco de projeto com estudantes na Bahia
Site Porvir | 1 de novembro de 2023
Guiados pela professora de geografia Laiane Souza, estudantes do fundamental 2 da cidade de IbiassucĂȘ debatem o panorama agrĂcola do paĂs por meio da valorização da produção local
Quando olho para trĂĄs em minha jornada, vejo as raĂzes profundas que minha famĂlia cultivou na agricultura. Sou uma professora negra, e minha histĂłria Ă© entrelaçada com o trabalho ĂĄrduo daqueles que vieram antes de mim. Meus pais adotivos encontram sustento vendendo bolos caseiros, rapaduras, cereais. Foi assim que colocaram comida na mesa e possibilitaram que eu e meus irmĂŁos tivĂ©ssemos acesso a uma educação de qualidade. Hoje, sou a primeira da minha famĂlia a conquistar um diploma universitĂĄrio em trĂȘs geraçÔes, e isso sĂł foi possĂvel graças a essa base sĂłlida.
Minha histĂłria me levou Ă sala de aula como professora de geografia para turmas de 8Âș e 9Âș ano no Centro de Educacional de IbiassucĂȘ Ășnica escola de ensino fundamental 2, com cerca de 650 alunos, do municĂpio baiano de IbiassucĂȘ, com população estimada em 10.429 pessoas, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e EstatĂstica). Ao seguir o plano de curso, deparei-me com temas que tocavam profundamente as vidas dos meus alunos: fome, agronegĂłcio, revolução agrĂcola⊠Muitos dos meus estudantes tĂȘm raĂzes no campo, onde suas famĂlias dependem da agricultura familiar; outros residem na zona urbana e desconheciam esta luta.
Assim surgiu a ideia de criar o projeto âPlantando a consciĂȘncia sobre a fome, agronegĂłcio e o impacto da agricultura familiarâ, para trabalhar temas que ultrapassam a sala de aula e os conteĂșdos curriculares. Durante a primeira unidade letiva de 2023, entre fevereiro e maio, os alunos se dedicaram Ă s partes teĂłrica e prĂĄtica da proposta.
Para saber mais acesse: https://porvir.org/aula-de-geografia-agricultura-familiar/?utm_source=Porvir&utm_campaign=421dd619b6-Newsletter_4.11.23_Outros&utm_medium=email&utm_term=0_9ba572b4f0-3317f35e49-%5BLIST_EMAIL_ID%5D
Pesquisadora da Ăfrica do Sul apresenta nova forma de pensar a relação entre sociedades e ecossistemas
AgĂȘncia FAPESP | 30 de outubro de 2023
A estimativa Ă© que o mĂȘs tenha sido cerca de 1,5°C mais quente do que a mĂ©dia para o perĂodo de 1850-1900
A construção de uma nova forma de pensar a relação entre humanos e natureza, para que possa haver um futuro, e um futuro desejĂĄvel, foi o tema central da 7ÂȘ ConferĂȘncia Fapesp 2023, ministrada na sexta-feira (27/10) por Laura Maureen Pereira. Pesquisadora do Global Change Institute, da Wits University, na Ăfrica do Sul, ela jĂĄ realizou pesquisas tambĂ©m em Moçambique, NigĂ©ria, QuĂȘnia, ColĂŽmbia e Brasil. E trouxe ao auditĂłrio da Fapesp uma visĂŁo multidisciplinar e positiva sobre como ultrapassar a crise atual e promover a coexistĂȘncia e a sustentabilidade de ecossistemas e sociedades.
Segundo a pesquisadora, âexiste hoje a necessidade de cultivar a habilidade de imaginarâ.
âAntes de pensar em caminhos ou intervençÔes, precisamos construir capacidades de visualizar para onde queremos ir e com o que esses futuros transformados poderiam se parecer. HĂĄ necessidade de novos cenĂĄrios capazes de impulsionar açÔes multiculturais diversificadas para engajar a sociedade em mudanças de estilo de vida e reverter o declĂnio da biodiversidade, rumo a um ideal de convivĂȘncia harmoniosa entre humanos e natureza em 2050â, afirma Laura Mareen.
1 em cada 4 crianças brasileiras tem atraso no desenvolvimento
Folha de SĂŁo Paulo | 25 de outubro de 2023âš
Pesquisa inĂ©dita do MinistĂ©rio da SaĂșde avaliou habilidades e comportamentos esperados atĂ© os 5 anos de idadeâš
Nas capitais brasileiras, quase 1 em cada 4 crianças tem atraso no desenvolvimento atĂ© os cinco anos de idade, mostra pesquisa do MinistĂ©rio da SaĂșde.
SĂŁo crianças que nĂŁo desenvolveram as habilidades ou nano apresentaram os comportamentos esperados para a faixa etĂĄria. A incidĂȘncia de atraso Ă© ainda maior entre aquelas que estĂŁo em vulnerabilidade social e situação de pobreza e onde hĂĄ registro de insegurança alimentar.
Os resultados mostram que 10,1% das crianças tinham atraso no desenvolvimento esperados até os 3 anos. Outras 12,8% tinham atraso entre 3 e 5 anos de idade.
As duas faixas etĂĄrias somam 22,9% de crianças com atrasos no perĂodo que as pesquisas apontam como a âprincipal janelaâ de oportunidades para o aprendizado global. Nesses primeiros anos de vida, o cĂ©rebro se desenvolve mais rapidamente e estĂĄ mais sensĂvel aos cuidados e estĂmulos ambientais.
Confira a reportagem na Ăntegra: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2023/10/1-em-cada-4-criancas-ate-5-anos-tem-desenvolvimento-abaixo-do-esperado-no-pais.shtml
Julho foi o mais quente jĂĄ registrado no mundo, apontam dados
A estimativa Ă© que o mĂȘs tenha sido cerca de 1,5°C mais quente do que a mĂ©dia para o perĂodo de 1850-1900.
O mĂȘs passado foi o julho mais quente jĂĄ registrado, com temperaturas anormalmente altas observadas tanto na terra quanto no mar, disse o painel de mudanças climĂĄticas Copernicus, da UniĂŁo Europeia, nesta terça-feira (8).
Segundo o programa Corpenicus, estima-se que o mĂȘs foi cerca de 1,°5C que a mĂ©dia para o perĂłdop de 1850-1900, a era prĂ©-industrial usada como base para as metas climĂĄticas atuais â segundo as quais, necessitamos conter o aumento de temperatura a atĂ© 2°C e, preferencialmente, a 1,5°C.
O mĂȘs passado tambĂ©m foi aproximadamente 0,7°C mais quente do que a mĂ©dia registrada nos Ășltimos meses de julho no perĂodo de 1991-2020, cerca de 0,3 em ralação a julho de 2019, o anterior mĂȘs mais quente de julho.
Para saber mais acesse: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2023/08/julho-foi-o-mais-quente-ja-registrado-no-mundo-apontam-dados.shtml
Creche em Manaus ensina e aprende com crianças e famĂlias da Venezuela
Ao receber crianças venezuelanas e indĂgenas do povo Warao, professora de creche manauara cria projetos que envolvem famĂlias, parceiros e trocas culturais na comunidade.
2022 foi um ano emblemĂĄtico para as escolas de Manaus (AM) com a chegada em massa da comunidade imigrante venezuelana. A grave crise econĂŽmica, polĂtica e social da Venezuela resultou no que se aponta como o mais intenso deslocamento forçado da histĂłria recente da AmĂ©rica Latina. Manaus Ă© a segunda cidade do Brasil que mais acolheu venezuelanos, atrĂĄs apenas de Curitiba (PR): sĂŁo mais de 40 mil pessoas do paĂs vizinho que chegaram ao Amazonas em busca de segurança alimentar e novas expectativas de vida.
Muitas crianças na idade prĂ©-escolar migram com essas famĂlias; outras nascem jĂĄ em solo brasileiro. Elas tĂȘm chegado Ă s creches pĂșblicas municipais da cidade (com maior intensidade entre 2020 e 2022) e sĂŁo admitidas de acordo com a mĂĄxima constitucional que garante a educação âcomo direito de todos e dever do Estadoâ. Meninos e meninas trazem consigo sua pluralidade cultural, costumes, falas e percepçÔes de mundo. E fizeram com que o nosso trabalho na Creche Municipal Magdalena Arce Daou, que atende 196 crianças de 1 a 3 anos, no maternal 1, 2 e 3, ganhasse uma nova Ăłtica ao conceber a primeira infĂąncia na contextualização do refĂșgio.
Leia a reportagem na Ăntegra: https://porvir.org/creche-manaus-criancas-venezuela/
MEC incentiva prĂȘmios a melhores escolas e professores para reduzir defasagem na alfabetização
EstadĂŁo | 12 de junho
O MinistĂ©rio da Educação (MEC) lançou nesta segunda-feira, 12, uma polĂtica de alfabetização das crianças de 6 e 7 anos que incentiva prĂȘmios para as melhores escolas, gestores e professores. O governo tambĂ©m vai criar uma avaliação sĂł para medir a alfabetização.
Provas constantes e dinheiro para as melhores prĂĄticas sĂŁo parte importante do programa de alfabetização do CearĂĄ, Estado que foi governado pelo atual ministro da Educação, Camilo Santana (PT), e que se tornou referĂȘncia de ensino sobre leitura e escrita no PaĂs.
Educadores mais Ă esquerda, no entanto, criticam um modelo de bĂŽnus que valorize as melhores escolas e nĂŁo ajude as que tĂȘm pior desempenho. O governo federal nĂŁo deixou claro que tipo de prĂȘmio serĂĄ oferecido e se ele serĂĄ em dinheiro ou nĂŁo. Camilo mencionou durante o anĂșncio do programa que estĂĄ sendo âconstruĂda com a Unescoâ uma premiação nacional. O lançamento do programa tambĂ©m teve a participação de Luiz InĂĄcio Lula da Silva (PT).
Leia a reportagem na Ăntegra
https://www.msn.com/pt-br/noticias/educacao/mec-incentiva-prĂȘmios-a-melhores-escolas-e-professores-para-reduzir-defasagem-na-alfabetização/ar-AA1crPS6?ocid=winp2fptaskbarhoverent&cvid=9c2117a9cf9343a7e3a290e67fe5024a&ei=8
Necessidade de trabalhar Ă© principal motivo de abandono escolar no Brasil
Justificativa Ă© citada por 40,2% dos jovens longe da escola, diz IBGE
Portal UOL/Folha de SĂŁo Paulo | 7 de junho
A necessidade de trabalhar Ă© a principal justificativa citada por jovens para o abandono escolar no Brasil, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (7) pelo IBGE (Instituto de Geografia e EstatĂstica)
Conforme o instituto, de um total de 52 milhĂ”es de pessoas de 14 a 29 anos no paĂs, em torno de 18% (9,5 milhĂ”es) nĂŁo completaram o ensino mĂ©dio â ou por terem abandonado a etapa antes do tĂ©rmino ou por nunca terem frequentado a escola. Os dados sĂŁo referentes a 2022.
Quando perguntados sobre o principal motivo por trås dessa situação, 40,2% desses jovens apontaram a necessidade de trabalhar. O percentual ficou praticamente eståvel em relação a 2019 (40,1%), versão anterior da série histórica, iniciada em 2016.
Confira a notĂcia na Ăntegra
Clima aumentarĂĄ pobreza extrema no Brasil, mas hĂĄ como reverter cenĂĄrio
Portal UOL/AgĂȘncia Brasil | 04/05/2023
Eventos relacionados ao clima podem levar de 800 mil a 3 milhÔes de brasileiros à pobreza extrema a partir de 2030. Os dados são do Relatório sobre Clima e Desenvolvimento para o Brasil (CCDR), divulgado pelo Banco Mundial.
Segundo o estudo â que avalia polĂticas e opçÔes para que o paĂs cumpra seus objetivos climĂĄticos e de desenvolvimento â, secas, enchentes e inundaçÔes nas cidades causam perdas de R$ 13 bilhĂ”es (0,1% do PIB de 2022) ao ano.
Para Stephane Hallegate, consultor de Mudanças ClimĂĄticas do Banco Mundial e co-autor do relatĂłrio, o paĂs tem grandes desigualdades e os pobres jĂĄ estĂŁo mais expostos ao risco de desastres e mudanças climĂĄticas. O cenĂĄrio pode, no entanto, ser revertido com investimento.
O estudo traz dados importantes a serem transmitidos nas salas de aula, levando a reflexĂ”es sobre como podemos colocar em prĂĄtica a InteligĂȘncia Social para transformarmos essa realidade.
Veja a reportagem na Ăntegra, comente com seus alunos!
https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2023/05/04/eventos-climaticos-podem-levar-milhoes-a-pobreza-extrema-no-brasil.htm
Verificar informaçÔes é algo que deve ser aprendido na escola
Pouco mais da metade das crianças e adolescentes afirma dominar essa habilidade
Folha de S. Paulo | 11/05/2021
Artigo de Mariana Mandelli, do Instituto Palavra Aberta, analisa a importĂąncia da escola na educação midiĂĄtica dos alunos. Segundo a autora, âacessar, analisar, criar e participar de maneira crĂtica do ambiente informacional e midiĂĄtico em todos os seus formatos e modelos, o que abrange veĂculos impressos e digitais, sĂŁo requisitos fundamentais na formação de qualquer cidadĂŁo no contexto em que vivemosâ. Esse conhecimento deve ser construĂdo â nĂŁo Ă© algo dado, como nos acostumamos a pensar â e a escola tem um papel basilar na educação midiĂĄtica de alunos e alunas desde o ingresso no sistema de ensino.
O artigo analisa dados da mais recente pesquisa TIC Kids Online Brasil, que mostram que quase metade das crianças e adolescentes admite ter dificuldades para verificar se uma informação encontrada na internet estå correta.
Um tema certamente importante para ser levantado nas salas de aula!
Acesse o link e leia o artigo na Ăntegra!
Organização conscientiza jovens sobre pråticas sustentåveis para o planeta
ObservatĂłrio do Terceiro Setor | 13 de abril de 2023
Com o tĂtulo âOrganização conscientiza jovens sobre prĂĄticas sustentĂĄveis para o planetaâ, o portal ObservatĂłrio do Terceiro Setor destaca o lançamento, no dia 13 de abril, da sĂ©rie audiovisual Nossa Casa, Nosso Planeta, que serĂĄ exibida gratuitamente para 150 mil alunos dos 58 CEUs de SĂŁo Paulo. Com temas como aproveitamento integral dos alimentos, cuidados com a ĂĄgua, mudanças climĂĄticas, reciclagem, consumo consciente e desigualdade social, a sĂ©rie âtem o objetivo de conscientizar crianças e jovens sobre a importĂąncia de transformar o planeta em que vivemos em um lugar cada vez melhorâ, destaca a reportagem.
Dedicada aos alunos do Ensino Fundamental, a sĂ©rie foi idealizada por Luciana C. QuintĂŁo (@lucianac.quintao), fundadora da ONG Banco de Alimentos e do Projeto InteligĂȘncia Social (braço da ONG na ĂĄrea da educação). O roteiro Ă© baseado no livro âInteligĂȘncia Social: a perspectiva de um mundo sem fome(s)â, escrito por Luciana.
ONG Banco de Alimentos e Prefeitura de SĂŁo Paulo firmam parceria para atingir 150 mil alunos de CEUs
Portal Sampa com crianças | 12 de abril de 2023
Com o objetivo de conscientizar alunos do Ensino Fundamental entre 8 e 16 anos sobre a importĂąncia da responsabilidade de cada um para transformar o planeta em que vivemos em um lugar cada vez melhor, a economista Luciana Chinaglia QuintĂŁo, fundadora da ONG Banco de Alimentos, e a Prefeitura Municipal de SĂŁo Paulo firmaram uma parceria visando atingir 150 mil alunos dos 58 Centros Educacionais Unificados (CEUs) na capital paulista, com a exibição gratuita da sĂ©rie audiovisual âNossa Casa, Nosso Planetaâ.
Apresentado pela VR atravĂ©s do Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais da Secretaria Municipal da Cultura de SĂŁo Paulo e realizado pela agĂȘncia Donna Cultural, o projeto Nossa Casa, Nosso Planeta consiste na produção e exibição de oito vĂdeos, entre 3â e 5â cada, abordando temas como aproveitamento integral dos alimentos, cuidados com a ĂĄgua, mudanças climĂĄticas, reciclagem e consumo consciente, desigualdade social e distribuição de renda e responsabilidades do governo junto Ă sociedade.
SĂ©rie de vĂdeos sobre cidadania consciente serĂĄ exibida em CEUs paulistanos
Crianças e adolescentes são os mais impactados pelos riscos climåticos
Jornal da USP | 9 de março de 2023
Temos sentido o impacto das mudanças climĂĄticas com maior intensidade. Determinadas regiĂ”es vĂȘm recebendo grande volume de chuvas, enquanto outras sofrem com perĂodos de estiagem e oscilaçÔes de temperaturas anormais. Esses fenĂŽmenos desencadeiam tragĂ©dias que possuem um impacto maior sobre crianças e adolescentes, que ainda se encontram em formação fisiolĂłgica e psicolĂłgica. Os impactos indiretos tambĂ©m sĂŁo mais sentidos por esse grupo, jĂĄ que a degradação ambiental tambĂ©m compromete serviços, polĂticas e instituiçÔes voltadas para suprir as necessidades e direitos ambientais das crianças.
Foi isso que apontou o relatĂłrio Crianças e Adolescentes, e Mudanças ClimĂĄticas no Brasil do Fundo das NaçÔes Unidas Para a InfĂąncia (Unicef), divulgado no final de 2022. Nele, foi possĂvel observar os nĂveis de riscos climĂĄticos em crianças e adolescentes no Brasil. Por aqui, o quadro socioeconĂŽmico desigual Ă© um dos principais ampliadores do problema, que envolve a exposição Ă falta de ĂĄgua, enchentes fluviais e costeiras, ondas de calor e poluição do ar ambiente.
No caso do Brasil, mais de 40 milhĂ”es de crianças e adolescentes estĂŁo expostos a mais de um dos riscos analisados no estudo, o que representa quase 60% das crianças e dos adolescentes no paĂs. Por exemplo, mais de 8,6 milhĂ”es de meninas e meninos brasileiros estĂŁo expostos ao risco de falta de ĂĄgua; e mais de 7,3 milhĂ”es estĂŁo expostos aos riscos decorrentes de enchentes de rios.
Veja o relatĂłrio da Unicef na Ăntegra em:
ApĂłs crĂticas, MEC abre consulta pĂșblica para avaliar e reestruturar Novo Ensino MĂ©dio
G1 | 9 de março de 2023
Mudanças no ensino mĂ©dio, aprovadas em 2017 e implementadas em 2022, estĂŁo sendo criticadas por estudantes â eles apontam problemas nas estruturas das escolas, falta de formação adequada de professores e diminuição da carga horĂĄria de disciplinas tradicionais. MEC ouvirĂĄ os envolvidos por 90 dias, para analisar o que deve ser modificado no projeto.
O MEC decidiu ouvir a sociedade civil, a comunidade escolar, equipes tĂ©cnicas dos sistemas de ensino, pesquisadores e especialistas em educação para debater a necessidade de reformular o Novo Ensino MĂ©dio. HaverĂĄ audiĂȘncias pĂșblicas, oficinas de trabalho, seminĂĄrios e pesquisas nacionais.
Entre as questĂ”es a serem debatidas estĂĄ o problema dos itinerĂĄrios formativos â ĂĄreas de conhecimento âeletivasâ que as redes de ensino ofertam aos alunos. Uma escola de grande porte tende a oferecer um âcardĂĄpioâ maior de opçÔes para os seus estudantes do que um colĂ©gio pequeno, de municĂpio mais pobre.
ApĂłs crĂticas, MEC abre consulta pĂșblica para avaliar e reestruturar Novo Ensino MĂ©dio
G1 | 9 de março de 2023
Mudanças no ensino mĂ©dio, aprovadas em 2017 e implementadas em 2022, estĂŁo sendo criticadas por estudantes â eles apontam problemas nas estruturas das escolas, falta de formação adequada de professores e diminuição da carga horĂĄria de disciplinas tradicionais. MEC ouvirĂĄ os envolvidos por 90 dias, para analisar o que deve ser modificado no projeto.
O MEC decidiu ouvir a sociedade civil, a comunidade escolar, equipes tĂ©cnicas dos sistemas de ensino, pesquisadores e especialistas em educação para debater a necessidade de reformular o Novo Ensino MĂ©dio. HaverĂĄ audiĂȘncias pĂșblicas, oficinas de trabalho, seminĂĄrios e pesquisas nacionais.
Entre as questĂ”es a serem debatidas estĂĄ o problema dos itinerĂĄrios formativos â ĂĄreas de conhecimento âeletivasâ que as redes de ensino ofertam aos alunos. Uma escola de grande porte tende a oferecer um âcardĂĄpioâ maior de opçÔes para os seus estudantes do que um colĂ©gio pequeno, de municĂpio mais pobre.
InteligĂȘncia Social
Luciana QuintĂŁo
